Padre
Joãozinho e os jovens
Fui à Igreja Católica e fiquei a observar as ações de padre Joãozinho.
Dava aula de religião a um grande número de adolescentes e crianças. Em certo momento, o padre foi com um menino ao
banheiro. De longe fiquei na espia. Coloquei meus olhos no buraco da fechadura.
De pênis duro pincelava a coxa do guri de seus treze anos. Era o mais belo
entre todos: moreno, olhos grandes, sobrancelhas perfeitas, corpo esguio, nariz
grego, boca carnuda. Particularmente, nutria forte atração por aquele lindo
garoto, mas quem estava junto a ele era o padre Joãozinho. Nunca tive coragem
de me atirar sobre os guris que me atraíam.
Padre Joãozinho era homossexual como eu. Mas um dia me chamou numa das
salas da igreja, tapou todos os Santos com um lençol e fez-me deitar em um
catre. O céu estava escuro e ia cair uma tempestade na cidade. Nem começou e
apareceu minha irmã Martha. “Vim buscá-lo, porque mamãe me mandou! Vai cair um
temporal e está preocupada com seu sumiço! Vamos!” Pegou na minha mão e fomos
indo. Minha irmã era muito unida comigo!
Logo caiu uma forte chuva que alagou a região ribeirinha até parte do
Porto.
Noutro dia, na hora do recreio, saímos da sala de aula pulando,
brincando e mexendo uns com os outros.
Caio era muito belo. Talvez tivesse a mesma idade que eu: onze anos.
Fomos ao banheiro. Ele tirou o ‘priquito’ para fora e quase desmaiei. Era
enorme, bem feito e estava duro como um ferro. Virou-se para mim e perguntou se
toparia uma brincadeira. Ora! Trancamos
a porta: beijamos na boca, abraçamos e conseguiu pincelar sobre minha coxa.
Gozou. Limpei rapidamente com papel higiênico, pois soou o sinal do fim do
recreio. Realizou-se naquele dia meu primeiro pré-ato de homossexualismo
infantil. Senti uma felicidade infinda!
Que alívio! Era gay no sentido exato da palavra.
A partir dos nove anos, apesar do ambiente religioso de nossa casa ser
extremamente pesado, pois era igreja diariamente e à noite, após o jantar, o
culto doméstico, enquanto mamãe discorria sobre a Bíblia, cantava hinos e
orava, meu pensamento perdia-se nos belos meninos que conhecia.
Em nossa rua tínhamos amigas e amigos. Uma família árabe, amicíssima
de mamãe, tinha cinco filhos: três belas adolescentes e dois jovens. Éramos
muito unidos e costumávamos brincar de esconde-esconde, passa meu bom barqueiro e até de roda, nos quais tomava
parte.
Uma jovem bonita e sexy, nossa vizinha, tinha o costume de sair do
banheiro enrolada em uma toalha, abria e mostrava seu belo corpo a todos. Esta menina era uma espécie de Messalina
infantil. Dava gostosas risadas, depois de exibir-se perante seus colegas. Era totalmente livre de preconceito e nem sei
por que insistia em me levar para sua cama.
Encostou-me contra a parede e disse: “Tira o pinto para fora!” Obedeci,
mas não tive coragem de ter uma relação sexual com ela. Como fazer? Não era meu
prato!
Já o meu amigo sírio, de seus 13 anos, lindo como um deus, costumava
ir a nossa casa e descíamos para o porão. Lá nós masturbávamos um ao outro.
Nunca fizemos sexo. Pegamos uma galinha no quintal e fizemos sexo com ela.
Pobrezinha, morreu! O pênis dele era muito grande. Não sabia o que fazer, mas a nossa empregada
foi genial. Lavou-a bem, jogou água fervente, depenou e depois temperou. No
almoço comemos uma deliciosa galinha assada! Santa Edwiges!
O sexo explodia nos jovens de nossa rua, talvez motivado pelo
excessivo calor de Cuiabá. Nossos hormônios ficavam à flor da pele. Que loucura!
Fiz amizade com um guri que também frequentava a Igreja Presbiteriana.
Dou-lhe um nome fictício: Leonardo. Filho de garimpeiro, seu pai o mandou para
Cuiabá para estudar. Morava em uma pensão muito boa e limpa. Era frágil como
eu! Magrinho, claro e belo! Na sua cama
nos abraçamos, nos beijamos, e não
conseguimos fazer mais nada que isso. Talvez a religiosidade no freava na hora
exata de manter uma relação sexual. Terminávamos nos masturbando. Às tardes,
nós ficávamos naquela agonia sem fim!
Íamos passear e tirávamos fotos um do outro e de algumas paisagens
bonitas. Divertíamos muito! Tanto éramos colegas de escola como de igreja.
Nas férias, Leonardo voltou para sua cidade. Sozinho, como sofri! Ia
passear no Morro do André Avelino e via as cabras a pastar. Muitas vezes vi e
gostei de olhar rapazotes a manter relações com elas (cabras). Alguns berravam
na hora do gozo! Isso me excitava muito!
Leonardo voltou e o convidei para passear no Morro. Fomos. Rimos
bastante dos rapazes que usavam as cabras. De repente ele me puxou mais para
perto dele, deitamos na relva, e fizemos amor! Foi meu primeiro amor! Beijei
seu rosto, abracei seu corpo quente, quase fervendo. Foram mais de duas ou
três... Voltei dali com a alma lavada de satisfação!
Foi meu primeiro passo no caminho do homossexualismo, real e vivo, que
vicejava dentro de mim!
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